02/06/2017

O Procurador-Geral Da República, Rodrigo Janot Enviou Um Novo Pedido De Prisão Contra Rocha Loures, o Ex-Assessor Especial De Michel Temer Que Foi Flagrado Recebendo Uma Mala Com R$ 500 Mil Da JBS.

Na peça enviada ao Supremo, Janot pede que o ministro do STF Edson Fachin reconsidere sua decisão inicial que, na deflagração da operação Patmos, disse que todos os requisitos para o encarceramento provisório de Loures estavam presentes, mas a condição de deputado impedia a detenção.

Naquela ocasião, Loures ocupava uma vaga na Câmara por ser suplente de Osmar Serraglio (PMDB-PR).

No entanto, com a demissão de Serraglio do Ministério da Justiça e sua volta à Câmara, Loures perdeu sua cadeira no parlamento e sua condição de deputado.

No dia da operação Patmos, Fachin disse o seguinte ao negar o primeiro pedido de prisão:

“A envergadura lesiva dos delitos contra a Administração Pública também admite a adoção de medida extrema. De tal modo, a periculosidade social associada a condutas de tal jaez pode configurar risco à ordem pública, descabendo potencializar a ausência de violência como se significasse, necessariamente, ausência de proporcionalidade da medida gravosa.
Tais considerações são suficientes para demonstrar a imprescindibilidade da prisão preventiva do referido parlamentar.”

Após isso, Fachin explicou que só não prendeu Loures devido à sua condição de parlamentar, uma vez que deputados só podem ser presos em flagrante.

O ministro do STF pode agora, a qualquer momento, analisar o pedido e decidir se prende Loures provisoriamente ou o mantém solto.

A possibilidade de prisão assusta o Palácio do Planalto, uma vez que, preso, ampliam-se as chances de Loures fechar um acordo de colaboração premiada.

Redação:NBO
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br
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