30/07/2017

Parceria entre Brasil e Estados Unidos com objetivo de monitorar a entrada de armas de fogo no Brasil, especialmente a partir da Colômbia, é uma das ações anunciadas pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim para reforçar a segurança no Rio de Janeiro.

"Há armas no Rio que, até então, só se tinha conhecimento de estarem em poder das Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia]", revelou Jardim. O ministro destacou que a informação de que esse material bélico estaria sendo usado por grupos criminosos no Rio será alvo de monitoramento e investigação, por meio de acordo firmado na semana passada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) brasileiro e o Escritório de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF), órgão norte-americano.

Torquato Jardim explicou, ainda, que o Brasil passa a integrar um banco de dados único sobre o assunto, além de compartilhar informações com os EUA a respeito do tráfico de armas. A agência norte-americana ATF faz o rastreamento de armas roubadas naquele país e contrabandeadas por rotas do narcotráfico em países como México e Colômbia. No caso das Farc, segundo Torquato Jardim, a suspeita é que armamento mais novo tenha entrado no país por rotas no Peru e na Bolívia.

O acordo firmado com a ATF permitirá identificar fornecedores de armas ilegais, rastrear rotas e intermediários e monitorar crimes transnacionais. Caberá à Polícia Federal e à Polícia Rodoviária Federal rastrearem esse arsenal.

Fronteira

Além do reforço na segurança pública do Rio, o ministro destacou que há preocupação de fiscalizar as fronteiras. Por isso a PRF está realizando operações em Uruguaiana (RS), Cáceres (MT) e Foz do Iguaçu (PR) para, desde lá, cortar o fluxo do comércio ilícito. O ministro acrescentou que são quatro tipos de crime que compete à União combater: comércio de drogas, tráfico de armas, tráfico de pessoas e crimes de colarinho branco.

Diga-se de passagem que toda e qualquer atitude de vigiar as fronteiras do Brasil, está vindo de forma tardia, é como se as autoridades competentes, estivessem descobrindo o Brasil agora, ou fingiam que as fronteiras não precisavam de fiscalização em tempo integral.


Fonte: Portal Brasil
Informações: Ministério da Justiça
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br
Capa: http://encurtador.com.br/gjKU9
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