A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou na quinta-feira (26/02/2026), em votação simbólica, 87 Requerimentos, incluindo pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal e convocações de investigados. Entre os alvos está Fabio Luis Lula da Silva(o Lulinha), filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além do Banco Master e da empresa CredCesta.
A reunião teve questionamentos sobre a contagem de votos e o formato da votação.
Após o anúncio do resultado, parlamentares da base do governo questionaram a contagem e o modelo de votação em bloco.
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que o procedimento foi solicitado por parlamentares do governo, com base no regimento. Segundo ele, o painel eletrônico registrou a presença de 31 parlamentares.
"O governo veio à CPMI hoje com a decisão de bloquear toda a pauta e por requerimento solicitar uma votação em bloco. Contei duas vezes sete votos contrários, portanto a pauta de hoje está aprovada na integralidade", declarou.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou questão de ordem e pediu a anulação do resultado."Solicito a anulação do resultado por erro material na contagem. Nós vamos interpretar essa decisão como uma ação deliberada do senhor para fraudar o resultado da votação", afirmou.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu a manutenção da decisão.
"Tem 31 presentes aqui. Se 14 votaram contrário, como afirmou o deputado, permanecem 17 que votaram a favor. Nada disso aconteceu, não houve golpe", declarou.
Em resposta, Viana afirmou que, em votações simbólicas, são contabilizados apenas os votos contrários e rejeitou o pedido de anulação.
Post: G. Gomes
Home: www.deljipa.blogspot.com
Informações: Agência Câmara
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