26/07/2017

A partir de fevereiro, entrará em vigor a versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A carteira virtual terá o mesmo valor do documento impresso. A diferença é que a versão eletrônica poderá ser acessada por meio de um aplicativo em smartphones. A proposta, do Ministério das Cidades, foi aprovada ontem (25) em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

“Teremos condições de atender a todos os condutores. Não tenho como informar ainda o valor investido, porque estamos na fase de desenvolvimento. Primeiro, foi a regulamentação, agora vamos passar para o desenvolvimento“, informou o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Elmer Coelho Vicenzi.

Com a novidade, os agentes de trânsito também utilizarão o aplicativo na conferência dos dados. Os motoristas apresentação a carteira na versão eletrônica por meio da leitura do QRCode, um código de barras bidimensional que contém as informações e pode ser escaneado.

Vicenzi assegura que as falsificações e os acessos desautorizados serão coibidos. Ele informa que o algoritmo da certificação funciona somente no sistema Lince, do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

A carteira impressa continuará valendo e sendo emitida normalmente.

Como ter a carteira de motorista eletrônica

Para solicitar a carteira de habilitação eletrônica, o motorista deverá se cadastrar no Portal de Serviços do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Será enviado um link para o e-mail informado no cadastro, pedindo que o usuário faça login pelo celular do qual acessará o aplicativo. No primeiro acesso, o interessado deverá criar um Número de Identificação Pessoal (PIN), para armazenar os dados com segurança. É necessário que o motorista memorize essa senha, que será pedida em todos os futuros acessos.

Depois dessa etapa, a autenticidade do documento é validada pelos departamentos de trânsito (Detrans) de cada estado, por meio de uma assinatura com certificado digital. Com isso, a CNH é exportada para o celular. Caso o usuário precise bloquear o aparelho, para impedir a exposição de seus dados, ele deve fazer a solicitação também pelo portal.


Informações: Agência Brasil
Por: Letycia Bond
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br
Capa:http://encurtador.com.br/lwFGY


De acordo com Amílcar Brunazo, especialista em sistemas eletrônicos de votação, as urnas eletrônicas brasileiras fazem parte da primeira geração desse tipo de equipamento. Conhecido como Direct Recording Electronic (DRE), esse modelo foi desenvolvido pela empresa OMNITECH e tem recebido atualizações desde 1996, quando começou a ser utilizada pelo Brasil.

Entre as características das urnas de primeira geração estão o fato de que a confiabilidade dos resultados das eleições depende exclusivamente da confiabilidade do software usado pelo dispositivo. 

Além disso, a DRE grava o voto diretamente em sua memória digital, mas não permite que o eleitor verifique se o voto foi registrado corretamente.

De acordo com o Relatório Sobre o Sistema Brasileiro de Votação Eletrônica (PDF), elaborado pelo Comitê Multidisciplinar Independente, em 2010, o fato de a sociedade civil não poder conferir o destino de seus votos foi a principal causa para que mais de 50 países que analisaram as urnas brasileiras acabassem rejeitando-as como solução para suas próprias eleições.

Isso pode significar que tivemos Eleições fraudadas, ou alguém duvida disso?

Qual serão as razões pelas quais outros países não implantaram esse sistema de votação em suas eleições?

Ai tem coisa...

Por: Noticiaominuto
Post: G. Gomes
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Lulinha, Fábio Luiz Lula da Silva, antigo monitor de jardim zoológico, é o orgulho do pai, o ex-presidente Lula. Lulinha foi investigado por uma de suas empresas, a Gamecorp, ter recebido em 2005 um aporte de 5 milhões de reais da antiga Telemar (atual Oi), na qual o BNDES tinha participação.

Em 2006, quando a sociedade com a empresa de telefonia se tornou pública, Lula foi questionado e respondeu ao jornal Folha de S. Paulo que seu filho primogênito era um “Ronaldinho” nos negócios, uma referência ao jogador Ronaldinho Gaúcho, que vivia o auge de sua carreira naquele momento.

A Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão da Operação Lava Jato na casa do ex-presidente e dos seus filhos, concluiu que as empresas de Jonas Suassuna, um dos sócios de Lulinha na Gamecorp e em outros empreendimentos, registraram o recebimento de 750 milhões de reais entre os anos de 2004 e 2016.

O pendor para o sucesso econômico dos outros filhos de Lula, todo ele emergiu após a ascensão do pai a Presidência, começa a ser investigado e pode resultar em graves consequências para o clã dos Lula da Silva.

O apartamento onde Fábio Luís mora em São Paulo, avaliado em 6 milhões de reais e cujo aluguel estimado é de 40.000 reais mensais, pertence a Suassuna. A PF afirma que o filho de Lula, no entanto, repassou eventualmente, entre maio de 2014 e fevereiro de 2016, mensalidades de 15.000 reais ao dono do imóvel.

Essas transferências não contemplam todos os meses do período de maio de 2014 fevereiro de 2016, assim como seriam em valor inferior à estimativa realizada pelo fisco federal para valor do aluguel do imóvel”, diz laudo dos investigadores, que analisaram a movimentação financeira e a evolução patrimonial de Lulinha de 2004 a 2014. Detalhe: não há qualquer registro de que o apartamento tenha sido alugado ao primogênito dos Lula da Silva.

Já o filho caçula do petista, Luís Cláudio Lula da Silva, é réu em uma ação da Justiça Federal do Distrito Federal ao lado do pai. O Ministério Público Federal apurou que Lula e os consultores Mauro Marcondes e Cristina Mautoni participaram de negociações irregulares no contrato de compra de 36 caças Gripen, da empresa sueca Saab, e em uma medida provisória para prorrogação de incentivos fiscais para montadoras de veículos. Segundo o MPF, Luís Cláudio recebeu 2,5 milhões de reais da empresa de Marcondes e Cristina por uma consultoria que, afirma o MPF, é fictícia.

Redação: NBO
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br

Nascidos em julho poderão, a partir da próxima quinta-feira (27), fazer o saque do abono salarial ano-base 2016. Os pagamentos serão efetuados conforme o mês de nascimento do trabalhador, começando com os nascidos em julho.

Os beneficiários deste mês, titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1 e movimentação, terão crédito automático no dia 25 de julho.

Os valores do benefício variam de R$ 79 a R$ 937, de acordo com o tempo de trabalho durante o ano de 2016. Os recursos ficarão disponíveis ao trabalhador até 29 de junho de 2018.

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), há pelo menos cinco anos, que trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos e que teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016.

O trabalhador que possui Cartão Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da Caixa. Caso não tenha o Cartão Cidadão, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco, ao apresentar documento de identificação. O trabalhador vinculado à empresa pública possui inscrição Pasep e, nesse caso, o pagamento desse programa é feito pelo Banco do Brasil.

Reabertura do Calendário

Trabalhadores que não sacaram até dia 30 de junho o abono salarial ano-base 2015 terão nova oportunidade para sacar o benefício. O valor estará disponível para saque de 27 de julho a 28 de dezembro de 2017. O Ministério do Trabalho disponibiliza uma ferramenta on-line de consulta para o trabalhador saber se tem direito ao abono salarial ano base 2015.

Fonte: Portal Brasil
Informações: Caixa Econômica Federal
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br
Capa: http://encurtador.com.br/kxEQ8

25/07/2017

 (Foto Sergio Moraes / Reuters)
A Polícia Federal (PF) precisou prender abusadores de crianças mesmo antes da segunda fase da Operação Glasnost, deflagrada hoje (25) em 14 estados para combater o compartilhamento na internet de material pornográfico envolvendo menores. A informação foi dada pelo delegado federal Flávio Augusto Palma Setti, que coordenou a operação a partir da Superintendência Regional da PF no Paraná.

Durante o monitoramento do site russo onde ocorria a troca de material com pornografia infantil, a investigação localizou casos em que os abusos estavam efetivamente acontecendo — o que levou a PF a tomar medidas drásticas para proteger as vítimas. As intervenções foram realizadas nas cidades de Osasco, Presidente Prudente (SP), Jundiaí e Praia Grande, em São Paulo; Porto Alegre; Campo Grande; e Vila Velha e Cachoeira do Itapemirim, no Espírito Santo.

"Todos esses desdobramentos foram feitos sem qualquer tipo de referência à operação, porque não era interessante que soubessem que aquele ambiente continuava a ser monitorado. Em todos os casos, houve identificação de abusadores e vítimas. Os abusadores estão presos", informou Setti.

O delegado chamou a atenção para o fato de que, em muitos casos, o abuso era cometido por parentes das vítimas e em períodos extensos, como aconteceu em Praia Grande, no litoral paulista."Achamos imagens dessa criança desde os 2 ou 3 anos de idade, e essas imagens seguiram até a criança completar 8 anos. Ou seja, essa criança foi abusada pelo próprio pai durante vários anos. Os abusos eram praticados na casa da avó da menina, sem conhecimento de mais ninguém. Depois da prisão, ficamos sabendo que os abusos pararam porque o criminoso ficou com medo de que a menina contasse para as amigas. Se não fosse por isso, os abusos teriam continuado", disse o delegado.

Presos

Entre os mais de 30 criminosos que já foram presos, estão funcionários públicos, professores, médicos e estudantes. Pelo menos 15 vítimas foram localizadas pela investigação. Os nomes das pessoas envolvidas não serão divulgados pela PF para proteger a identidade das crianças abusadas.

O monitoramento do ambiente virtual também permitiu a identificação de criminosos de outras partes do mundo. "Identificamos americanos, franceses, russos, pessoas de vários locais diferentes. Essas informações foram todas encaminhadas para os respectivos países, via Interpol ou via contato direto com as polícias desses países, para seguimento da investigação das pessoas que não são brasileiras", explicou Setti.

A segunda fase da Operação Glasnost mobiliza cerca de 350 agentes da PF em 51 municípios nos estados do Paraná, de Santa Catarina,do Rio Grande do Sul, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, de Goiás, do Ceará, de Pernambuco, da Bahia, do Maranhão, do Piauí, do Pará e de Sergipe.

Informações: Brasil Post
Por: Daniel Isaia
Post: G. Gomes
Para: www.deljipa.blogspot.com.br

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