22/03/2017

YÁGORA DE OLIVEIRA RODRIGUES e KATIANNA RANGEL DA SILVA
A Polícia Civil do Estado de Rondônia por meio dos policiais lotados no 3º DP, realizou nesta terça-feira (21/03), a prisão em flagrante dos nacionais Yagora de Oliveira Rodrigues e Katianna F. Rangel da Silva, suspeitos de praticarem o crime de estelionato na Capital. A dupla utilizava documentos falsos para realizar grandes compras em empresas locais. A polícia continua investigando o caso e não descarta a possibilidade da dupla ter feito vítimas em outros municípios do Estado de Rondônia.

De acordo com informações policiais, o trabalho iniciou investigando uma suposta associação criminosa que estava atuando no município de Porto Velho. “A dupla realizava a abertura de crédito e compras em várias empresas com uso de documentos falsos. Na tarde desta terça-feira (21/03), os acusados realizaram uma compra de grande quantidade de cimento e telhas utilizando documentos falsos e, foram capturados pela equipe policial”, disse o investigador.

A Polícia Civil do Estado de Rondônia disponibiliza o número 197 para que a população denuncie caso tenha sido vítima da dupla, ou procure o 3º DP, localizado na Av. Brasília, UNISP/Centro. 

Vale ressaltar ainda que todo cidadão que deseja realizar denúncias sobre quaisquer prática criminosa pode utilizar o número 197. Lembrando sempre à população que a denúncia pode ser realizada de forma anônima e sigilosa.
 

Fonte: Polícia Civil -RO
Post: G. Gomes
Canal: www.deljipa.blogspot.com.br

Em operação de combate ao desmatamento na Amazônia, o Ibama embargou nesta semana dois frigoríficos da JBS e outras 13 empresas acusadas de comprar gado oriundo de áreas de desmate ilegal.

Batizada de Carne Fria, a ação é resultado de uma investigação iniciada há três anos e não tem relação com a ação da Polícia Federal contra fraudes em frigoríficos, desatada na semana passada.

Segundo o órgão ambiental, a JBS e outros frigoríficos nos Estados do Pará e de Tocantins desrespeitaram Termos de Ajuste de Conduta (TAC) assinados após negociação com o Ministério Público Federal, pelos quais essas empresas se haviam comprometido a não comprar gado de propriedades rurais com áreas embargadas por desmatamento ilegal.

Ao todo, a investigação identificou a venda de 58 mil cabeças de gado (90% compradas pela JBS) vindas de 50,7 mil hectares embargados em território paraense, o equivalente a 229 Parques Ibirapuera. Essas áreas, segundo o Ibama, estão identificadas e disponíveis na internet para consulta pública.

Na terça-feira (21), a reportagem acompanhou a operação do Ibama no frigorífico da JBS em Redenção, a 890 km ao sul de Belém. Durante a ação, sem incidentes, agentes do Ibama notificaram representantes da empresa sobre o embargo e inspecionaram o frigorífico.

A outra unidade da JBS autuada pelo Ibama está localizado em Santana do Araguaia (PA). Houve ações semelhantes em empresas sediadas em outros municípios do Pará e do Tocantins.

Com o embargo administrativo, a JBS e outras empresas foram multadas e passam a ser obrigadas a provar ao Ibama que o gado a ser comprado não tem origem em fazendas com área embargada. A medida é por tempo indeterminado, mas cabe recurso judicial.

"Os frigoríficos vão ter de correr atrás de mecanismos para garantir que nenhum animal abatido nessas unidades seja proveniente de áreas que contenham embargo", afirma Lucivaldo Serrão, agente ambiental do Ibama, que coordenou a operação em Redenção.

Via assessoria de imprensa, a JBS nega qualquer irregularidade e afirma que irá contestar da autuação do Ibama.

A atividade pecuária é a que mais desmata na Amazônia: 65% da área já desflorestada até 2014 era pasto, segundo medição por satélite do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

REMESSA INDIRETA
Em uma das compras irregulares identificadas a partir de cruzamento de áreas embargadas com dados de GTA (Guia de Transporte Animal), o Ibama detectou a venda para a JBS de 17.138 cabeças de gado da fazenda Vale Sereno, da Agro Santa Bárbara, que teria 10,8 mil de hectares embargados.

Essa área foi desmatada antes da aquisição pela Agro Santa Bárbara, mas isso não anula o embargo por desmate ilegal, segundo o Ibama. Técnicos do órgão comparam à venda de um carro, em que a transferência não apaga o histórico do veículo.

O Ibama detectou também que esse gado foi transferido da Vale Sereno para outra fazenda da mesma empresa, Café Paraíso, que não possui área embargada. De lá, foi vendido para frigoríficos, uma forma de maquiar a origem, segundo o Ibama.

OUTRO LADO
Em nota curta, a Santa Bárbara informou que a Vale Sereno "não possui nenhum embargo vigente em nome da proprietária".

A JBS afirmou, via assessoria de imprensa, que não houve irregularidades na compra de gado pelos dois frigoríficos autuados e que irá recorrer da autuação do Ibama.

"A JBS esclarece que não comprou animais de áreas embargadas pelo Ibama e vem cumprindo integralmente o TAC assinado com o Ministério Público Federal", diz a nota.

A empresa afirma que "seleciona 100% dos fornecedores com base em critérios socioambientais" e que "não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento de florestas nativas, invasões de terras indígenas ou de conservação ambiental e que estejam embargadas pelo Ibama."

Em alusão à remessa de gado de uma área embargada para outra não embargada, a JBS alega que "as informações de movimentação dos animais entre fazendas são registradas na Guia de Trânsito Animal (GTA) responsabilidade dos órgãos governamentais".

Leia, na íntegra, a nota da JBS

"A JBS esclarece que não comprou animais de áreas embargadas pelo Ibama e vem cumprindo integralmente o TAC assinado com o Ministério Público Federal. No caso específico, a JBS informa que adquiriu animais da fazenda Café Paraíso que, no momento da compra, estava em conformidade com todos os critérios socioambientais da companhia".

Para garantir a origem responsável de sua matéria-prima, a JBS:

seleciona 100% dos fornecedores com base em critérios socioambientais não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento de florestas nativas, invasões de terras indígenas ou de conservação ambiental e que estejam embargadas pelo Ibama. 

As informações de movimentação dos animais entre fazendas são registradas na Guia de Trânsito Animal (GTA) responsabilidade dos órgãos governamentais mantém processo sistêmico de bloqueio de fornecedores que mantenham qualquer relação com violência no campo e conflitos agrários ou que façam uso de trabalho análogo ao escravo ou infantil. 

Adicionalmente, e com o objetivo de identificar e bloquear fornecedores irregulares, a JBS realiza, diariamente, o download de todas as informações contidas na lista de áreas embargadas pelo Ibama e da "lista suja do trabalho escravo" do Ministério do Trabalho (na ausência da publicação da lista do MTE, utilizamos a lista publicada pelo Instituto pela Erradicação do Trabalho Escravo - InPacto), para confrontação dos CPFs/CNPJs contidos nas listas públicas com o cadastro de fornecedores de gado da companhia. 

Todas as operações de compra de gado da companhia são anualmente auditadas, de forma independente. Os resultados dessas auditorias são publicados no website da empresa, garantindo a total transparência de suas ações. Nas três ultimas auditorias independentes, a JBS obteve mais de 99,9% de conformidade com seus critérios socioambientais aplicados à compra de gado.

Em virtude disso, a JBS afirma que vai recorrer do embargo e da multa do Ibama, uma vez que está cumprindo integralmente os requisitos do TAC assinado com o Ministério Público Federal e amparada pelas auditorias independentes citadas. Além disso, os seus processos de compra de gado estão em conformidade com a legislação nacional e com seus critérios socioambientais". Com

Resumindo: Bla, bla, bla...

Informações:Folhapress
Post: G. Gomes
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Créditos: reprodução / Instagram / @ohanareal
A atriz Claudia Ohana estreia como colunista da revista "Playboy". O primeiro tema é sobre pelos pubianos

A atriz Claudia Ohana causou polêmica ao posar para a revista masculina “Playboy” pela primeira vez em 1985. O motivo do alvoroço foram os pelos pubianos avantajados da atriz. 

Agora, a atriz volta à publicação como colunista e, segundo informações do jornalista Leo Dias, do jornal “O Dia”, o tema do primeiro artigo de Ohana é justamente pelos pubianos.
 O primeiro texto da atriz será publicado na edição deste mês, que traz na capa a modelo Leticia Wiermann, filha do apresentador Datena. A edição será lançada no próximo dia 27.

Ohana, que está com 54 anos, posou uma segunda vez para a revista em 2008, dessa vez sem polêmicas.

Reportagem: catracalivre
Post: G. Gomes
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A Diretoria do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Rondônia – SINSEPOL realizou uma Blitz na noite do último Domingo, 19 de Março de 2017, nas unidades policiais de Porto Velho para fiscalizar as condições de trabalho, jornada de carga horária, atribuições legais, quantidade de efetivo por plantão e para prestar orientações e informações aos sindicalizados.

Durante a Blitz os diretores do Sindicato encontraram várias irregularidades nas unidades da Polícia Civil, como, apenas um servidor por plantão para registro de ocorrências, precárias estruturas físicas dos prédios, banheiros interditados e sem condições dignas de uso, falta de extintores de incêndio, paredes com rachaduras, ausência de câmeras de monitoramento, dentre outros. A diretoria fiscalizou as instalações da 2ªDP, 4ªDP; 5DP; 7ªDP, UNISP Leste, UNISP Centro e Central de Flagrantes.

Os representantes sindicais foram abordados por uma das vítimas que aguardava para registrar ocorrência que relatou que: “ esperava há horas por atendimento, era um absurdo, apenas um policial para registrar na delegacia”. Isso retrata, a falta de efetivo na Polícia Civil, a demanda crescente de violência e a insuficiência de servidores para atender a contento a população rondoniense. Constatado também que em regra, cada plantão que possui apenas um policial, que registra em média 40 ocorrências policiais.

Na Central de Flagrantes foi encontrado um ambiente insalubre, periculoso e penoso aos servidores plantonista, população e indiciados. O prédio não possui condições dignas de trabalho e estruturais, aparelhos de ar condicionais quebrados ou sem manutenção (vazamento de água pela parede), salas escuras e falta de lâmpadas para iluminar o local, Sala de Repouso com colchões impróprios para descanso, sofá deteriorado, caixa de esgoto aberta, Cisterna sujas e bomba d’água sem manutenção, Banheiros com vasos entupidos, dentre outras mazelas detectadas. O comissariado com efetivo muito abaixo necessário para atender a Polícia Militar e a população, esse foi o retrato da fiscalização pelo Sindicato. Portanto, faz necessário a interdição do prédio da Central de Flagrantes em Porto Velho e que seja remanejado os policiais para laborar em condições dignas de trabalho e com estrutura para presta serviço de excelência.

A Diretoria do SINSEPOL informa que vai oficializar a Coordenação do Plantão de Polícia, a Delegacia Geral de Polícia Civil – DGCP, a Secretaria de Estado Defesa e Cidadania – SESDEC, e Ministério Público demonstrando a realidade encontrada na Blitz para conhecimento e solicitando providências para sanar os problemas abordados.
Fonte: Sinsepol
Post: G. Gomes
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Dep. Leo Morais
O deputado Léo Moraes (PTB), em discurso na Tribuna da Assembleia Legislativa na manhã de hoje (22), condenou a instalação de Unidades Integradas de Segurança Pública pelo governo do Estado, da forma como estão sendo programadas. Segundo o deputado, a centralização das ações de segurança, em detrimento do fechamento das unidades existentes, como as DPs - Delegacias de Polícia, vai diminuir a segurança da população.

Explicando seu ponto de vista, Léo Moraes disse que a iniciativa das Unisp é congregar as forças policiais e bombeiros em uma central de operações para atender a comunidade. Acontece - disse ele - que isso implicará na desativação de algumas unidades que estão em funcionamento, como Delegacias de polícia.

O deputado disse que, nas estatísticas, a criminalidade diminuirá, pois, o cidadão não vai sair de seu bairro para ir a uma central Unisp, distante de sua casa, para registrar uma ocorrência. Sem registro o índice cai, mas na realidade é outra.

Léo disse que espera do governo um melhor planejamento para que, além das unidades, sejam mantidos batalhões para a continuidade do patrulhamento ostensivo pela Polícia Militar e as Delegacias para atendimento das ocorrências locais. "Precisamos aumentar o contingente e o atendimento à população no seu habitat, e não colocar apenas poucas estruturas grandes, o que deixará desassistida a maioria da população" - afirmou Léo Moraes.

NOSSA OBSERVAÇÃO
Até que enfim uma mente aberta para ver as coisas como elas realmente devem ser, Unips pode ser uma boa coisa, agora que afasta a Polícia das Comunidades, isso ninguém tem dúvidas.

Agora...o governo do estado não investe na Segurança Pública, aquela que convive com a população, tipo Delegacias, Postos de Identificação, IML, DEAM e outras prestações de serviço por parte da Polícia Civil principalmente.

Outra coisa: por que não criar Postos Avançados da PM nas Comunidades ?  

Vão deixar os bandidos tomar de conta delas para depois criar as UPPs da vida?

Detalhe: Unisp são criadas através de convênio com o Governo Federal.


Fonte: ALE/RO - DECOM
Post: G. Gomes
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