O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou nesta segunda-feira dia 9 de Fevereiro de 2026 que recebeu uma nova denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou nesta segunda-feira dia 9 de Fevereiro de 2026 que recebeu uma nova denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - referência oficial da inflação no país - passou de 3,99% para 3,97% em 2026.
A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (9/02/2026), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
O indicador que mede o percentual de famílias brasileiras que têm dívidas como cartão de crédito e financiamentos alcançou 79,5% em Janeiro, patamar mais alto já registrado, igualando recorde de outubro passado.
No mês de janeiro, a indústria automotiva teve queda na produção e na venda de veículos. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6/02/2026) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos utomotores. A produção caiu 12% na comparação com o mesmo mês do ano passado e 13,5% em relação a dezembro, com 159,6 mil unidades produzidas.
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda reduziu, de 2,4% para 2,3% a estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano. A previsão consta do Boletim Macrofiscal, divulgado nesta sexta-feira (6/02/2026) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda.
Em relação à inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o documento projeta redução da inflação para 3,6% em 2026.
Um dia após bater recorde, a bolsa brasileira teve um dia de forte correção e caiu pouco mais de 2%, puxada por ações de bancos. O dólar fechou estável, apesar da pressão internacional.
O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (4/02/2026) aos 181.708 pontos, com recuo de 2,14%. O indicador foi influenciado tanto pela queda nas bolsas dos Estados Unidos como pela realização de lucros, quando investidores vendem papéis para embolsar ganhos dos recordes recentes.
O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira dia 2 de Fevereiro de 2026 aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a Janeiro.
O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.
O Banco Central (BC) promoveu ajustes na regulamentação dos Provedores de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI) que atuam no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). As mudanças alteram uma resolução editada em setembro de 2025, que trata do credenciamento e da atuação dessas empresas.
Os juros médios para as famílias subiram 7 pontos percentuais (pp) em 2025, atingindo 60,1% ao ano em dezembro, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta quinta-feira (29/01/2026), pelo Banco Central (BC). O destaque é para maior participação da carteira de cartão de crédito rotativo, cujas operações operam com juros mais elevados que a média do segmento.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em Dezembro.
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, anunciada nesta quarta-feira dia 28 de Janeiro de 2026, teve repercussão negativa entre representantes da indústria, da construção civil e de entidades sindicais, que apontam impactos sobre o crescimento econômico, o crédito e o emprego. Tudo porque o governo gasta muito e de forma irresponsável.
Depois de encerrar 2025 acima de R$ 8,6 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 9,3 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira, dia 28 de Janeiro de 2026 pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2026.
Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de serviços, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira dia 28 de Janeiro de 2026 a primeira reunião do ano. Mesmo com a queda recente do dólar, os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.
Em véspera de Eleição, como sempre, a conta de luz mais barata foi um dos fatores que ajudaram a prévia da inflação oficial de janeiro perder força e fechar em 0,20%. Em dezembro, o índice havia ficado em 0,25%.
As contas externas do país registraram saldo negativo em 2025, chegando a US$ 68,791 bilhões, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira dia 26 de Janeiro de 2026. O valor representa 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), o que, segundo o BC, é similar ao resultado do ano anterior considerando a magnitude da economia brasileira.
Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira dia 26 de Janeiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%.
A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira dia 22 de Janeiro de 2026 pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de Dezembro, tributando e sacrificando ainda mais os trabalhadores de modo geral e a classe produtiva, que são obrigado s repassar todos os aumentos ao consumidor final.
O mercado financeiro brasileiro viveu um dia histórico nesta quarta-feira (21/01/2026), influenciado pela diminuição das tensões externas. A bolsa teve a maior alta diária desde abril de 2023, renovou recordes e encostou nos 172 mil pontos, impulsionada principalmente pelo ingresso de capital estrangeiro. No câmbio, o dólar recuou mais de 1% e encerrou no menor nível desde o início de Dezembro.