Os juros médios para as famílias subiram 7 pontos percentuais (pp) em 2025, atingindo 60,1% ao ano em dezembro, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta quinta-feira (29/01/2026), pelo Banco Central (BC). O destaque é para maior participação da carteira de cartão de crédito rotativo, cujas operações operam com juros mais elevados que a média do segmento.
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29 janeiro, 2026
Inflação do aluguel subiu 0,41% em Janeiro.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em Dezembro.
Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano.
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, anunciada nesta quarta-feira dia 28 de Janeiro de 2026, teve repercussão negativa entre representantes da indústria, da construção civil e de entidades sindicais, que apontam impactos sobre o crescimento econômico, o crédito e o emprego. Tudo porque o governo gasta muito e de forma irresponsável.
28 janeiro, 2026
Dívida Pública pode alcançar até R$ 10,3 trilhões em 2026.
Depois de encerrar 2025 acima de R$ 8,6 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 9,3 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira, dia 28 de Janeiro de 2026 pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2026.
Copom decide se mantém Taxa Selic.
Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de serviços, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira dia 28 de Janeiro de 2026 a primeira reunião do ano. Mesmo com a queda recente do dólar, os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.
27 janeiro, 2026
O IBGE de Lula diz que Prévia da inflação oficial de Janeiro ficou em 0,20%.
Em véspera de Eleição, como sempre, a conta de luz mais barata foi um dos fatores que ajudaram a prévia da inflação oficial de janeiro perder força e fechar em 0,20%. Em dezembro, o índice havia ficado em 0,25%.
26 janeiro, 2026
Contas externas tiveram saldo negativo de 68,8 bilhões de dólares em 2025.
As contas externas do país registraram saldo negativo em 2025, chegando a US$ 68,791 bilhões, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira dia 26 de Janeiro de 2026. O valor representa 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), o que, segundo o BC, é similar ao resultado do ano anterior considerando a magnitude da economia brasileira.
Mercado financeiro reduz expectativa de inflação para 4% em 2026
Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira dia 26 de Janeiro de 2026, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%.
22 janeiro, 2026
Com super tributação Arrecadação federal bateu recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025.
A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde em 2025, alcançando R$ 2,89 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira dia 22 de Janeiro de 2026 pela Receita Federal, junto aos resultados do mês de Dezembro, tributando e sacrificando ainda mais os trabalhadores de modo geral e a classe produtiva, que são obrigado s repassar todos os aumentos ao consumidor final.
Graças a Donald Trump Bolsa subiu mais de 3% e encostou nos 172 mil pontos.
O mercado financeiro brasileiro viveu um dia histórico nesta quarta-feira (21/01/2026), influenciado pela diminuição das tensões externas. A bolsa teve a maior alta diária desde abril de 2023, renovou recordes e encostou nos 172 mil pontos, impulsionada principalmente pelo ingresso de capital estrangeiro. No câmbio, o dólar recuou mais de 1% e encerrou no menor nível desde o início de Dezembro.
20 janeiro, 2026
FMI reduziu para 1,6% previsão de crescimento do Brasil em 2026.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026, em um movimento que contrasta com a revisão para cima do desempenho da economia global. Segundo o organismo, o principal fator por trás do corte é a manutenção de uma política monetária restritiva no país, adotada para conter a inflação.
19 janeiro, 2026
Faturamento da indústria subiu, mas emprego caiu pelo terceiro mês.
O faturamento real da indústria de transformação voltou a crescer em novembro de 2025, mas o mercado de trabalho do setor segue em desaceleração. Dados dos Indicadores Industriais, divulgados nesta segunda-feira dia 19 de Janeiro de 2026 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostram que o emprego industrial caiu pelo terceiro mês consecutivo, mesmo com a recuperação pontual da atividade.
Economia: Juros altos travam Crédito para 80% das indústrias.
De cada dez empresas industriais, oito enfrentaram dificuldades para obter crédito. Elas apontam os juros elevados como o principal obstáculo ao financiamento no país. O dado faz parte de pesquisa divulgada nesta segunda-feira dia 19 de Janeiro de 2026 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).
15 janeiro, 2026
Ontem a Bolsa subiu e Dólar rompeu a barreira dos 5.40.
Ontem foi dia misto no mercado financeiro, a bolsa de valores bateu recorde e fechou, pela primeira vez, acima dos 165 mil pontos. O dólar subiu e voltou a romper a barreira de R$ 5,40 após os Estados Unidos anunciarem a suspensão de vistos para vários países, inclusive o Brasil.
13 janeiro, 2026
Exportação: Brasil movimentou quase US$ 3 bilhões em comércio com Irã em 2025.
O Brasil manteve um comércio de quase US$ 3 bilhões com o Irã em 2025, apesar de o país persa representar apenas 0,84% das exportações brasileiras.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que as vendas brasileiras para Teerã somaram US$ 2,9 bilhões no ano passado, consolidando o Irã como o quinto principal destino das exportações nacionais no Oriente Médio.
08 janeiro, 2026
Cesta básica ficou mais cara em 17 capitais de 18 pesquisadas em Dezembro.
Em dezembro de 2025, a cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras. A conclusão é da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, um levantamento divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A única capital onde o preço médio não variou foi João Pessoa. Nas demais capitais, houve queda.
07 janeiro, 2026
Brasil teve segunda maior saída de dólares da história em 2025!
O Brasil registrou em 2025 a segunda maior saída líquida de dólares da série histórica, iniciada em 1982, de acordo com dados preliminares divulgados nesta quarta-feira dia 7 de Janeiro de 2026 pelo Banco Central (BC). O fluxo cambial total ficou negativo em US$ 33,316 bilhões, volume inferior apenas ao registrado em 2019, quando a saída somou US$ 44,768 bilhões.
30 dezembro, 2025
Governo Lula registra déficit de R$ 20,2 bilhões só em Novembro!
As contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) apresentaram déficit primário de R$ 20,2 bilhões em novembro de 2025. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira dia 29 de Dezembro de 2025 pelo Tesouro Nacional.
29 dezembro, 2025
Dólar subiu novamente hoje no Brasil e fechou em R$ 5.57.
O dólar opera em alta no Brasil nesta manhã de segunda-feira dia 29 de Dezembro de 2025, em sessão marcada pela liquidez reduzida nos mercados internacionais por conta das festas de fim de ano.
No exterior, a moeda norte-americana registra ganhos ante a maior parte das demais divisas.
26 dezembro, 2025
Juros do crédito pessoal e Cartão rotativo cresceram para as famílias.
As taxas médias de juros cobradas pelos bancos subiram para as famílias e caíram para as empresas em novembro, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta sexta-feira (26/12/2025), pelo Banco Central (BC).
Nas operações de crédito livre para pessoas físicas, o destaque do mês foram os avanços de 5,5 pontos percentuais (pp) nas contratações de crédito pessoal não consignado, que subiram para 106,6% ao ano, e de 3,2 pp no cartão de crédito parcelado, que ficou em 181,2% ao ano. Também houve aumento de 0,7 pp na taxa do cartão de crédito rotativo, chegando a 440,5% ao ano.





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