A economia brasileira recuou 1,1% na passagem de Maio para Junho, indicou nesta segunda-feira dia 17 de Agosto de 2026 uma das principais prévias da economia brasileira, o Monitor do PIB, produzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
A economia brasileira recuou 1,1% na passagem de Maio para Junho, indicou nesta segunda-feira dia 17 de Agosto de 2026 uma das principais prévias da economia brasileira, o Monitor do PIB, produzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
As expectativas do mercado financeiro para a inflação, a taxa básica de juros, o crescimento da economia e câmbio permaneceram estáveis na comparação com a semana passada, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira dia 17 de Agosto de 2026 pelo Banco Central.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, criticou na quinta-feira dia 12 de Agosto de 2026 a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.
O dólar à vista rondava estabilidade mas se manteve em alta ante o real nesta quinta-feira dia 13 de Agosto de 2026, enquanto investidores aguardam novos dados de inflação dos Estados Unidos para calibrar as apostas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed).
O Banco Central (BC) do Brasil estuda interligar o Pix com sistemas de pagamentos de outros países e com mecanismos multilaterais globais de pagamentos instantâneos. A autoridade monetária argumenta que a medida tem o potencial de diminuir tarifas e ampliar o acesso a transações internacionais. Isso acontece depois do atual governo berrar o tempo inteiro dizendo que o "PIX é Nosso", impedindo de abrir a Economia e interagir cm outros países economicamente.
Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira dia 10 de Agosto de 2026 pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,02% no ano. Mas, as prateleiras dos Supermercados apontam para índices bem superiores, aluguéis, combustíveis, remédios, vestuário, Educação etc. Essa é a pesquisa oficial do povo, sem expectativas falsas.
As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 7,15 bilhões em julho deste ano, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira dia 7 de Agosto de 2026 pelo Banco Central. No mês, foram aplicados R$ 370,76 bilhões, enquanto os saques somaram R$ 377,92 bilhões.
O quarto corte consecutivo na Taxa Selic, definido nesta quarta-feira dia 5 de Agosto de 2026 pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), foi pouco bem recebido por agentes econômicos, pois consideraram ser insuficiente e restritivo para a expansão do setor industrial.
Na base da politicagem o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira dia 5 de Agosto de 2026 em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano.
A produção industrial recuou 1,8% em junho deste ano, na comparação com o mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a segunda queda do indicador, que já havia caído 0,9% de Abril para Maio.
Começa nesta terça-feira dia 4 de Agosto de 2026 a quinta reunião de 2026 do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). As expectativas são de que a decisão sobre a Taxa Selic seja anunciada dia 5 de Agosto, após os dois dias de discussões do grupo sobre o cenário econômico nacional e internacional.
O mercado financeiro reduziu as expectativas para os índices de inflação e, pela primeira vez desde março, da taxa básica de juros. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira dia 3 de Agosto de 2026 pelo Banco Central (BC), a Selic deve fechar 2026 em 13,75%.As projeções para a economia (PIB, Produto Interno Bruto) e o câmbio (dólar) neste ano vêm se mantendo estáveis há pelo menos cinco semanas, em 1,99% e R$ 5,20, respectivamente. As Eleições produzem essa expectativa?
O setor público consolidado – União, estados, municípios e empresas estatais – teve déficit primário de R$ 55,3 bilhões em Junho de 2026, segundo o relatório Estatísticas Fiscais, divulgado nesta sexta-feira dia 31 de Julho de 2026 pelo Banco Central.
Os gastos com saúde e Previdência fizeram o Governo Central registrar déficit primário de R$ 48,2 bilhões em Junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira dia 30 de Julho de 2026 pelo Tesouro Nacional.
A emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic (juros básicos da economia) fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em Junho e superar R$ 9,2 trilhões. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (29/07/2026) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,798 trilhões em maio para R$ 9,033 trilhões no mês passado, alta de 2,66%. E assim caminha o governo Lula, que ainda diz que a Economia está uma maravilha.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,06% em julho deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas no mês anterior (0,41%) e em julho de 2025 (0,33%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (28/07/2026), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos Supermercados, Farmácias, Lojas, Postos de Combustíveis a verdade é outra com números bem superiores. O Governo publica o que quer.
O mercado financeiro terminou a segunda-feira dia 27 de Julho de 2026 em direções opostas. O dólar voltou a subir e atingiu o maior nível em duas semanas, pressionado pela forte queda do petróleo e pelo cenário externo. A bolsa avançou, sustentada por ações de bancos e de mineradoras. e bateu nos R$ 5.12.
Pela quarta semana consecutiva, o mercado financeiro reduz as expectativas de inflação para 2026 no Brasil. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira dia 27 de Julho de 2026 pelo Banco Central, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,12%. Mas para os consumidores os preços continuam subindo sem controle. Em quem acreditar? No governo ou nos Supermercados, Postos de combustíveis, Impostos e tarifas? Os números não batem.
A queda na previsão de gastos obrigatórios fez a estimativa total de déficit primário para este ano cair de R$ 60,3 bilhões para R$ 52 bilhões. A previsão consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento, enviado nesta sexta-feira (24/07/2026) ao Congresso Nacional.