A defesa do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo
Barbosa pediu nesta terça-feira dia 18 de Fevereiro de 2025 ao Supremo Tribunal Federal (STF) o
desbloqueio de seu salário.
Barbosa foi preso no ano passado
no âmbito da investigação que apura o envolvimento dele no assassinato
da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Com
a prisão, o salário dele foi bloqueado por determinação do ministro
Alexandre de Moraes.
Na petição, os advogados afirmam que Rivaldo Barbosa está há um ano
com o salário suspenso e necessita de doações para pagar as contas
domésticas. Em uma planilha, a defesa disse que os gastos mensais são de
R$ 24,8 mil.
"O acusado se encontra com suas contas e salário bloqueados há quase
um ano, situação que vem comprometendo severamente as condições
financeiras de sua família, que hoje depende de sua renda para o mínimo
existencial", afirma a defesa.
Além de Barbosa, o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, estão presos em presídios federais pelo suposto envolvimento no assassinato de Marielle. Eles também são réus pelas acusações.
De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.
Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de realizar os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime. Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime.
Desde o início das investigações, os acusados negam participação no crime.
Post: G. Gomes
Home: www.deljipa.blogspot.com
Informações: ebc
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