A Operação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela demonstra uma ofensiva do presidente Donald Trump para fortalecer a Direita transnacional na América Latina e aniquilar a esquerda criminosa. A avaliação é da professora(esquerdista) Clarissa Nascimento Forner, do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Clarissa explica que a aproximação de governos que se posicionam mais à Direita já vem sendo parte do projeto do governo Trump na região. “Por outro lado, [há] uma ofensiva clara a governos que se colocam na contramão dessas ideologias de extrema-direita.”
“Isso reafirma esse aspecto estratégico que a gente observa no Trumpismo, que é a articulação das redes transnacionais de extrema-direita. Portanto, fortalecendo a extrema-direita na região e enfraquecendo possíveis governos ou partidos de oposição”, explicou a professora.
Além disso, Clarissa Forner aponta que os Estados Unidos se reafirmam como um fator de instabilidade regional e global:
“Pensando no território venezuelano, agora a tendência é que a gente observe esse cenário de instabilidade interna necessariamente e que dificilmente vai se solucionar com um período de intervenção ou de administração militar pela parte norte-americana, conforme colocado pelo Trump na coletiva”, disse, ao se referir ao pronunciamento do presidente estadunidense, neste sábado dia 3 de Janeiro de 2026.
Ela atribui ao governo Trump o modus operandi de produzir instabilidade como forma de viabilizar respostas que, muitas vezes, escapam à dimensão da legalidade:“Então [há] o próprio uso da força e esse processo de sequestro do presidente Maduro e da sua esposa como sendo um exemplo desse tipo de ação que escapa a qualquer tipo de norma de legalidade e sendo legitimada por essa ideia de que há uma crise em curso, de que há um combate ao crime.”
A instabilidade sinaliza também, segundo Clarissa Forner, a potencialidade de futuras intervenções por parte dos Estados Unidos.
“Fica muito em aberto, no discurso da coletiva de imprensa, que a Venezuela não é o último caso, o último dos ataques possíveis, que há uma perspectiva de que outros casos possam a vir acontecer na região”, mencionou.
Entenda
O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.
Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.
O governo de Donald Trump estava oferecia recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.
Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.
A realidade geoplítica
Os esquerdistas vão inventar mil argumentos para justificar o fracasso gigantesco em todas as áreas da Esquerda no planeta terra, o mundo naturalmente está migrando para a Direita porque já está comprovado que a esquerda só tras atraso para todos os povos. A Venezuela só é mais uma história que n]ão deu certo, depois de confiscar os bens de Empresas americanas, Donald Trump só está recuperando bens que já eram deles.
Pos trás disso tudo estão a China, Rússia e Irã, explorando a Venezuela para sustentar Terrorismo, Ideologias de Esquerda, usando o petróleo e o Narcotráfico como base de receitas, mas os esquerdistas figem não saberem disso.
Post: G. Gomes
Home: www.deljipa.blogspot.com
Informações: ebc
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