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16 junho, 2026

Lula continua dizendo que combate ao Crime deve respeitar a "soberania" dos Estados.

 

O presidente Lula da Silva defendeu de novo, nesta terça-feira dia 16 de Junho de 2026, durante reunião do G7, que o enfrentamento ao Narcotráfico precisa ser feito de forma abrangente, o que inclui o combate a crimes associados, como lavagem de dinheiro e tráfico de armas. Mas não quer reconhecer as Facções criminosas como Grupos terroristas.

Esse esforço, segundo Lula, precisa ser feito tendo como premissa o respeito à "soberania" dos Estados. Mas nunca o fez.

Em discurso durante o encontro das sete maiores economias do planeta, evento que ocorre na cidade francesa de Évian, ele afirmou que temas como o combate aos crimes transnacionais precisam ser tratados de forma associada a uma agenda de desenvolvimento.

“O crime organizado aterroriza comunidades e desvia recursos públicos que deveriam ser direcionados para a construção de escolas, hospitais e estradas. Esse esforço deve levar em conta o respeito à soberania dos Estados”, disse.

Ilustração uol
“E o enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas”, acrescentou ao defender o diálogo e a cooperação por meio da Interpol para a localização de ativos e indivíduos vinculados a tais atividades criminosas.

A fala do presidente reitera as preocupações com a soberania nacional, após os Estados Unidos terem classificado o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como narcoterroristas – o que possibilitaria, segundo a legislação dos EUA, uma eventual interferência sobre o Brasil. Ou seja, está preocupado em defender as facções e usao o termo Soberania para evitar um combate efetivo e eficaz aos terroristas. A verdade é essa.

Minerais críticos e IA

Lula voltou a defender que países detentores de minerais críticos se beneficiem economicamente de processos associados que vão além da simples extração desse material.

“Devem participar [também] das etapas de maior valor agregado da cadeia, por meio da industrialização, da transferência de tecnologia e da formação de capacidades, conforme suas necessidades nacionais”, disse ao alertar que a revolução digital e a inteligência artificial não podem ampliar desigualdades.

Outro desafio citado pelo presidente é o de estabelecer parcerias que viabilizem o desenvolvimento e o acesso a tecnologias de ponta, como a inteligência artificial, a um número maior de países.

“As transições energética e digital não podem reproduzir padrões históricos que concentram benefícios econômicos em poucos atores”, argumentou.

 

Post: G. Gomes
Home: www.deljipa.blogspot.com 
Informações: ebc 

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